domingo, 10 de novembro de 2013

OPINIÃO - ANO XX - Nº 213 - NOVEMBRO 2013



Reencarnação
a joia da audiência global
Com a novela “Joia Rara”, a dramaturgia televisiva da Rede Globo explora novamente a reencarnação como temática capaz de atrair bons índices de audiência.

Um enfoque budista da reencarnação
Não é a primeira vez que a Rede Globo de Televisão, campeã absoluta de audiência no Brasil, enfoca em suas novelas o tema da reencarnação. A novidade de Joia Rara, que estreou em setembro último, na faixa das seis da tarde, é o enfoque budista da reencarnação.  A trama, escrita por Duca Rachid e Thelma Guedes, conta a história de um líder budista que reencarna como uma linda, inteligente e dócil menina brasileira, Pérola, vivida pela  atriz mirim Mel Maia (foto). 
A reencarnação, tema bastante discutido no Brasil, graças, especialmente, à forte presença espírita no país, é sempre fator a garantir bons índices de audiência. A novela Joia Rara, pelas medições do IBOPE, está alcançando índices de audiência que variam entre 21 a 24 pontos, considerados bons para o horário. Cada ponto de audiência equivale a 62 mil domicílios.

Tema recorrente desde 1982
A temática reencarnacionista, associada a outros enfoques espiritualistas como mediunidade, telepatia e possessão espiritual, foi responsável por um dos maiores índices de audiência da história das telenovelas brasileiras, com a trama Sétimo Sentido, exibida no ano de 1982. Escrita por Janete Clair, e estrelada por Regina Duarte, no papel da paranormal Luana Camará, a novela foi exibida com média de 60 pontos percentuais. Mas, seu último capítulo, na noite de 8 de outubro de 1982, atingiu 79 pontos.
Animado pelo sucesso de Sétimo Sentido, o núcleo de telenovelas da Globo passou a investir com frequência em temas espiritualistas. A temática reencarnacionista é uma das que mais se presta a tramas ficcionais que envolvam amor e ódio, encontros, desencontros e reencontros em diferentes vidas. Preferencialmente exibidas no horário do fim de tarde, 18h, várias novelas, segundo levantamento feito por nossa redação, enfocaram, com bom nível de audiência, a reencarnação em suas estórias.
Assim, a novela Anjo de Mim, escrita por Walter Negrão e exibida no ano de 1996, no horário das 18 horas, chegou a atingir 40 pontos percentuais. No mesmo horário, em 2005/2006, a novela Alma Gêmea de Walcyr Carrasco, atingiu, em seu último capítulo, picos de audiência de 56 pontos, o mais alto até então naquele horário.
Finalmente, um destaque para Escrito nas Estrelas, novela também da faixa das 18 horas, escrita por Elizabeth Jhin e levada ao ar em 2010. Atingindo picos de audiência de 39 pontos, a novela conseguiu um feito sem precedentes: superou em alguns de seus capítulos, a audiência do horário nobre das 21 horas, onde era exibida a novela Passione. 
 




Arte – um especial jeito de expressão
A ficção, ao longo dos tempos, tem antecipado ideias, comportamentos e descobertas. Júlio Verne, em sua obra ficcional, anteviu o emprego dos submarinos, a utilização dos aviões e a realização das viagens espaciais. Bem antes dele, Leonardo da Vinci havia rascunhado engenhocas voadoras, e Thomas Morus descrevera uma sociedade perfeita, a utopia com a qual ainda sonham todos aqueles que acreditam no potencial transformador do ser humano e das coletividades.
Nós, espíritas, acalentamos a ideia de um vindouro tempo em que a reencarnação será reconhecida pela ciência, inspirando a ética de nova era de responsabilidade individual, política e social.
Assuntos como mediunidade, reencarnação e todos os demais que dizem com a existência do espírito e com sua sobrevivência após a morte povoam o mundo subjetivo dos artistas plásticos, dos teatrólogos, dos atores, dos romancistas e dos poetas. A maioria deles não cultiva essas ideias como dogmas religiosos ou como estruturas de pensamento subordinadas a rígidas instituições humanas. Permitem-se eles desenvolver e expressar esses conceitos de forma livre, criativa e nem sempre na mesma linha das doutrinas que os estruturam e, às vezes, os aprisionam.
Por isso, também, não nos devem incomodar as distorções ou derivações que, a nosso juízo crítico, temas adotados doutrinariamente por nós, venham a sofrer, numa versão novelística, por exemplo. O espiritismo, assim como o budismo, ou qualquer outra corrente organizada de pensamento, não são os inventores de teorias como a da reencarnação. Allan Kardec diria que ela está na natureza e, por isso, se dissemina nas consciências das pessoas e dos povos da forma como a possam conceber. Pela “força das coisas”, um dia se há de universalizar.
Enquanto isso, modernas formas de comunicação, como o é, hoje, entre nós, a teledramaturgia, ajudam na formação da ideia central, sem o compromisso doutrinário que nós outros assumimos. Pode não corresponder à mais precisa maneira de divulgação de ideias tão nobres. Mas, sempre ajuda. Desperta, pelo menos, o interesse e a curiosidade. E isso já é bom. Façamos nós a nossa parte. (A Redação)
 



Espiritismo e Pacifismo
A não-violência dos fortes é a força mais potente do mundo. Mahatma Gandhi

Em excelente trabalho, sob o título de “Uma Visão Kardecista da Desobediência Civil” apresentado no XIII Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita (25 a 27 de outubro), em Santos, SP, o arquiteto, jornalista e pensador espírita Eugenio Lara, ilustra suas reflexões teóricas relembrando conversa que teve, em 1988, com Krishnamurti de Carvalho Dias (1930/2001).
Na época, albores da fase de redemocratização do Brasil, explodiam greves e protestos de trabalhadores no país. Krishnamurti, fecundo pensador espírita, que, também era bancário, sempre fora engajado nas questões sociais e políticas, guiado por uma visão humanista e espiritualista. Por isso, também, era, fundamentalmente, um pacifista. Abominava a violência e defendia que protestos por melhorias sociais fossem feitos evitando-se ou reduzindo-se ao máximo situações de dano à sociedade. Assim, no diálogo relembrado por Eugenio, falando sobre uma greve no setor de transportes, Krishnamurti propunha outro formato ao movimento: que os trabalhadores do transporte público, ao invés de cruzarem os braços, continuassem trabalhando, mas que se negassem a cobrar a passagem dos usuários. Da mesma forma, para greves de bancários, sugeria que a categoria não fechasse os bancos, mas restringissem suas atividades, permitindo, por exemplo, a retirada de valores e recusando depósitos.
Nessa mesma linha, lembra Eugenio a famosa Marcha do Sal, promovida em 1930, por Mahatma Gandhi, líder pacifista indiano, contra a prepotência britânica. Gandhi, em memorável ato de resistência civil, levou a população a, ela própria, extrair o sal de que necessitava, evitando adquiri-lo, a preços escorchantes, dos exploradores ingleses. O movimento culminou com a histórica libertação da Índia do colonialismo britânico.
O Brasil vive momentos de grandes inquietações sociais. Movimentos legítimos em prol de mudanças, no entanto, têm propiciado que grupos descompromissados com a democracia e a ordem ali se imiscuam para praticar atos de verdadeira barbárie, com graves prejuízos à sociedade e ao poder público.  Nós, espíritas, não podemos compactuar com isso.
A História mostra, é verdade, que, sempre, desses momentos de inquietação e de quebra da institucionalidade nascem novos períodos nos quais uma nova ordem, mais justa, termina se impondo. O parto das liberdades é, invariavelmente, dolorido. Quem, no entanto, como nós, espíritas, crê no progresso do ser humano e da sociedade, como lei natural permanentemente aperfeiçoável, também deve acreditar na eficácia da não-violência e que, também nesses momentos, as ações humanas devem ser guiadas pela racionalidade e serenidade.
Nossas ideias, fundadas em uma filosofia humanista e otimista, são, por si sós, revolucionárias. Importa, no entanto, que essa revolução se faça pacificamente, com respeito à ordem e à democracia, conquistas a serem preservadas a qualquer custo.






A hora de cada um
 Reinaldo di Lucia falava sobre livre-arbítrio, no Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita. Contrapunha-se à tese de que a morte da gente está rigorosamente predeterminada e que de nada adianta querer protelá-la. Foi quando, em aparte, Roberto Rufo contou: a humorista brasileira Dercy Gonçalves não viajava de avião nem amarrada. Tinha medo de morrer. Alguém tentou demovê-la disso sob o argumento de que ela não morreria antes de chegar sua hora. “Está bem” – disse a comediante – “Mas quem vai me garantir que não será a hora do piloto?”.
Para quem crê num Deus onisciente, é até razoável sustentar que ele saiba o momento em que cada um vai morrer. Mas, presciência não é fatalismo. Como cantava Vinicius de Moraes, “são demais os perigos desta vida”, e nada recomenda nos submetermos a eles de forma temerária e inconsequente. Cada vez melhor, o ser humano tem condições de administrar sua vida e prolongá-la. A propósito, Dercy deve tê-la administrado bem. Morreu com 101 anos, em 2008.

O projeto Tikker
Lembrei-me desse tema, ao ler, dias atrás, sobre a existência de um relógio de pulso no site de financiamento coletivo Kicstarter que promete mostrar quantos anos, meses, dias, horas, minutos e segundos faltam para seu usuário morrer. O projeto “Tikker”, aguardando financiamento, não explicita a forma como chegará a essa fantástica previsão a ser feita para cada um dos compradores do tal relógio.  Imagina-se que, antes da compra, eles deverão se submeter a entrevistas, exames e preenchimento de detalhados formulários sobre seus hábitos, heranças genéticas, doenças já enfrentadas, etc. Com base nisso, há de ser feita uma estimativa do tempo de vida restante. Agora, com certeza, o aparelho não poderá prever a queda de um avião em eventual viagem do usuário ou a irresponsabilidade de um terceiro que, na estrada, jogue o carro por cima do portador do relógio. A chamada “hora de cada um” não pode estar carregada de tanto fatalismo, a ponto de interferir na liberdade e na responsabilidade pessoal de todos os atores desse drama chamado vida.

 Previsão do futuro
 Prever o futuro, em certas circunstâncias, é relativamente fácil. Todos nós, em alguma medida, exercitamos essa faculdade. A partir de determinados hábitos e comportamentos, podemos prever, com razoável possibilidade de acerto, que alguém enriquecerá ou se tornará pobre, viverá bastante e com saúde ou morrerá de câncer de pulmão, conquistará um bom emprego ou ninguém lhe ofertará trabalho. Tudo de acordo com o jeito de viver de cada um. Médicos que acompanham o estado de saúde de seus pacientes, muitas vezes, prognosticam o tempo que lhes resta viver.
Se supusermos a existência de espíritos que conheçam muito mais sobre a vida de algum encarnado, até admitiremos que eles possam fazer essa previsão com maior grau de acerto. Mas, isso não é fatalismo. É conhecimento baseado em leis de causa e efeito.

Livre-arbítrio e espiritismo
Mesmo com algumas passagens capazes de levar a uma interpretação determinista sobre nossa vida como encarnados, a doutrina espírita merece ser analisada, acima de tudo, como defensora da prevalência do livre arbítrio na vida humana. Como muito bem salientou Reinaldo, em seu trabalho no SBPE, paira acima dessas interpretações fatalistas uma frase lapidar na obra de Allan Kardec, segundo a qual “sem o livre arbítrio, o homem seria uma máquina”. (Questão 843 de O Livro dos Espíritos). 

 



 Identidade
Paulo Cesar FernandesSantos – Brasil – E-mail: pcfernandes1951@bol.com.br  -  blogs: www.portalfernandes.blogspot.com  - www.pourkardec.blogspot.com

Somos seres em busca de si mesmos.

Concordo com o Professor e Reitor Martin Heidegger, bem como com o Professor da USP José Herculano Pires: fomos arrojados na existência.

Uma vez nela, nos construímos. Entretanto, para isso, se fez necessário o autoconhecimento.

Dessa forma, faz todo o sentido essa busca, por ser ponto de partida para um consciente projeto de Ser.

Quem pensa, quem se sabe existente, se projeta no tempo...  e no espaço por certo.

 Deixa de ser um dado jogado ao léu, desembocando em apenas seis possibilidades, para se aventurar num sem número de propostas ofertadas pela Sociedade do Conhecimento.

Todos somos potência.

Mas apenas nos transformamos em Ato se optarmos livremente por nossos caminhos, e definirmos nossos objetivos.

Não nascemos para o Nada. E o Nada não é. Não existe.

Somos algo. Participando de um processo pluriexistencial cujos limitantes são o berço e o túmulo. Nesse hiato de tempo, nos acrescemos de qualidades e saberes capazes de agregar aos já presentes formando um todo mais completo e complexo.

O Ser precede a vida material e prossegue após seu fim. Transpassa essas barreiras cada vez com maior facilidade. O estreito limite da vida material é apenas uma etapa na longa existência do Ser. Etapa na qual se serve de uma "persona" temporal, para a aquisição de qualidades atemporais, capazes de afirmar sua identidade em si mesmo, diferenciando este Ser de todos os demais seres com os quais se relaciona.

Esse Ser, essa Identidade, uns chamam de espírito, outros apenas de Ser, outros de Indivíduo; mas a questão de nomenclatura é de menor importância. Vale atentar ser  essa identidade viajora, consciente de si e de seu papel no mundo e no (s) universo (s), capaz de sair do ciscar na materialidade, partindo para uma perspectiva intelecto-moral pautada na Razão Sensível, sem o qual não há progresso possível.

Como sabemos, o progresso ilumina o Ser e toda a humanidade ao ser atingido.


Onde estão os moinhos de vento?

Julio Cesar Farias, advogado, educador espírita e membro da ASSEPE – Associação de Estudos e Pesquisas Espíritas de João Pessoa.

 Os séculos XVIII e, em especial, o XIX foram marcados de uma profícua produção artística, política e histórica. Mais que isso: foram revolucionários por estabelecerem as bases da sociedade democrático-liberal iluminista e cientificista que herdamos hodiernamente.
Naquele contexto de euforia racionalista, onde a fé nos dogmas da Igreja foi substituída pela crença na ciência e no inexorável evolucionismo, a esperança depositada no século XX era enorme. A certeza de que o século que estava por se desenrolar seria um tempo de prosperidade, liberdade, riqueza e solidariedade, marcava profundamente os caracteres da época, impregnando-se nas ideologias e correntes de pensamento que nasciam. Marx ou Adam Smith. Auguste Comte ou Allan Kardec. Todos acreditavam na edificação de uma nova sociedade com o despontar da vigésima centúria.
Entretanto, vieram duas guerras mundiais. O mundo se bipolarizou em duas superpotências militares. Ditaduras, guerras civis, etc, etc. O fim das metanarrativas com a queda do muro da vergonha e adentramos em um novo conceito: a pós-modernidade foucaultiana.
E onde está a esperança? Onde está a coragem de lutar por uma sociedade mais igualitária? Não digo luta pela adoção do comunismo ou do capitalismo. Digo luta pela adoção do que é correto: a valorização da Dignidade Humana.
Nesta época de niilismo pós-modernista, em que a desilusão e o pessimismo são a moda das academias, sinto-me saudosista por uma época em que nem vivi. Certas ou erradas, as pessoas ao menos tinham uma bandeira para lutar. Não eram tão passivas, tão absurdamente frias com o que estava acontecendo no mundo. Mesmo quem não se interessasse diretamente por qualquer debate, no fundo, tomava partido de algum dos lados da discussão. Hoje as pessoas preferem ser “apolíticas”.
Sei que pareço meio pessimista. Não costumo ficar assim. Talvez seja uma crise de pós-modernismo momentânea. Ou, quem sabe, uma síndrome de Dom Quixote sem moinhos para combater. Mas, o fato é que não aguento mais ficar “sentado num trono de um apartamento com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar”.






A presença gaúcha no SBPE
Silvia, Medran,Regina e Homero
A 13ª edição do Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita, promoção do Instituto Cultural Kardecista de Santos (25 a 27 de outubro) recebeu uma pequena delegação do Rio Grande do Sul. Do Centro Cultural Espírita de Porto Alegre, estiveram presentes: seu presidente, Milton Medran Moreira, e a diretora do Departamento Social, Sílvia Moreira. Da S.E.Casa da Prece, de Pelotas, participaram do SBPE, Homero Ward da Rosa e sua esposa Regina.
Medran foi um dos participantes da Mesa Redonda que encerrou o evento, com o tema “Como divulgar nossas ideias”, e Homero, que também integrou aquela mesa, foi eleito e empossado como novo presidente da CEPABrasil, na Assembleia Geral ali realizada (veja notícia no boletim América Espírita).       

Palestras públicas no CCEPA em novembro
Na noite de 4/11, segunda-feira, 20h30: o psicólogo espírita Luis Augusto Sombrio fala sobre “Os Gigantes Destruidores da Alma”.
Na tarde de 20/11, quarta-feira, 15h, o presidente do CCEPA, advogado Milton Medran Moreira discorre sobre “A Imortalidade sob a Ótica Espírita”. A entrada é franca e todos são bem vindos.
         

Le Journal Spirite: As diferentes mediunidades
Por cortesia de seu diretor, Jacques Peccatte, recebemos a edição eletrônica de Le Journal Spirite número 94 em pdf, versão em espanhol.
Tendo como tema de capa “Las Mediunidades”, esta edição da importante publicação do Cercle Spirite Allan Kardec (Nancy, França) oferece minucioso trabalho sobre diferentes formas de mediunidade. Abrindo com o artigo “Somos todos médiuns?”, Le Journal Spirite 94, analisa temas como: clarividência, ouija, escrita automática, incorporação, mediunidade de cura, mediunidade artística e transcomunicação instrumental.
Interessados em receber o material em pdf, podem solicitar ao editor deste jornal pelo e-mail: medran@via-rs.net .  Também o site da CEPA – http://www.cepainfo.org/ - vem disponibilizando as edições de Le Journal Spirite”.






Artigo de Jerri Almeida
Milton, estenda meus parabéns ao articulista Jerri Almeida (“Breve olhar sobre o Potencial Filosófico de O Livro dos Espíritos”, Enfoque, edição de outubro de Opinião). Um trabalho digno de figurar num jornal como CCEPA Opinião.
WGarciaRecife/PE

Origens do ESDE
Li a matéria sobre as origens do ESDE e fiquei feliz em conhecer essa história que se desenrolou aí no Sul.
Trabalho com o programa de Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita na Comunhão Espírita Cristã (Uberaba/MG), desde 2005 e gostamos muito do resultado. Trabalhamos na divulgação e incentivamos a implantação nas demais Casas Espíritas da região, mas das 130 casas espíritas de nossa cidade, somente 12 aderiram à proposta. A matéria informa que, no CCEPA, não mais se emprega o ESDE tal como ainda é aplicado no Movimento Espírita. Acredito que isso se deve avanço que vocês conseguiram graças aos estudos elaborados durante todos esses anos. A reportagem que li contribuirá muito para a apresentação de um trabalho a ser apresentado no III Fórum Regional do ESDE, na vizinha cidade de Uberlândia, que nos caberá apresentar com o título de “O ESDE e seu contexto histórico”;
Nereu de Sousa Alves – Uberaba/MG..
                       
Religião e Espiritismo – O pensamento de Kardec
Se o espiritismo fosse uma religião, eu, Braz, não me definiria como espírita. Nunca tive uma religião, graças a DEUS. Só porque o embasaram nos ensinos filosóficos do mestre JESUS querem transformar o espiritismo em religião.
 Braz Queiróz -  braz.queiroz49@gmail.com - (mensagem recebida por e-mail, sobre o tema de capa de CCEPA Opinião de outubro/2013).